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Archive for the 'Motivação' Category

Milhares de empresas ao redor do mundo estão realizando observações nos funcionários - da mesma forma. Você projeta o seus sistema de observação, cria os formulários, realiza as observações e registra os dados.

Um grande problema é que muitas pessoas não gostam de ser observadas ou a própria cultura da empresa não favorece a tarefa de um observar o outro e dar o feedback - mesmo sendo positivo.

A solução está em colocar o controle das observações nas mãos dos funcionários; quando um funcionário está pronto para uma observação, ele pega o formulário ou o cartão, aborda um colega pedindo que realize a observação (com o qual ele sente conforto ou segurança). Ao invés de ser observado, ele pede pela observação.

Isto parece uma pequena mudança, mas eu penso que isto possui grandes implicações. Analisemos, por que não recebermos algum feedback sobre o formulário de observação? E por ue não treinar os funcionários para ter um papel ativo na sua própria segurança - assim como na dos colegas?

Um funcionário pode ter um comportamento de risco que está disposto a transformar em seguro. Ou pode estar preocupado com um determinado aspecto do seu trabalho e quer alguma ajuda - um observador que é o seu anjo da guarda ou padrinho, alguém que cuide e se importe. Isto soa muito “bonitinho”?

Há muitas pessoas que realizam trabalhos perigosos, muitos deles são rotineiros ou intermitentes. Porque não permtir que um funcionário uso o cartão de observação e peça por um “facilitador da segurança “que o ajude?  (parece ser melhor do que chamar um auditor ou observador).

Vamos realizar algumas observações controladas pelos funcionários por demanda. Um observação “por demanda” é descricionária. Um funcionário pode obter o auxílio extra de uma colega e juntos podem construir  hábitos de  trabalho seguros, desenvolvendo o comportamento seguro e gerenciando a quebra de regras.

Então? Vamos levar o seu processo de observação para outro nível?

  • Vamos deixar os funcionários iniciarem a observação quando eles precisarem.
  • Permita que os funcionários adicionem comportmaentos, condições ou práticas para a sua lista de observações.
  • Permita que os funcionários movam a gestÃo de segurança para o próximo nível - “auto-gerenciamento”.
  • Vamos mover o processo de segurança comportamento para p próximo nível - observações conduzidas egerenciadas pelos funcionários.

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Eu não defendo que você deva descartar as auditorias comportamentais que você conhece e aprecia. É claro que precisamos de uma avaliação detalhada do trabalho para termos uma minuciosa avaliação de risco; mas todos sabem que, depois de alguns anos ou até meses - todo este trabalho entra na rotina e deixa de ser inspirador.

Acredito que ao renovar o seu programa ou processo comportamental para a segurança, sendo este uma auditoria ou observação, isto incentivará a observação do comportamento dos funcionários e os observadores irão levar os seus cartões no bolso para realizar as observações de forma  espontânea, breves e inclusive quando os seus pares pedirem por uma observação.

O ponto-chave aqui é o formulário ou checklist de observação. Vamos pensar  de forma “lean” por um momento. Em primeiro lugar, talvez você não possa alterar o seu processo de observação, porque você paga a uma empresa de consultoria R$MM para um processo e se você alterá-lo, vão processá-lo.  Aposto que você acha que eu estou brincando, pois fique atento e verifique o seu contrato. Algumas das grandes empresas de consultoria alegarão que uma determinada forma de aplicar um processo de segruança comportamental (BBS) é uma propriedade intelectual deles que não pode ser alterada por você. Somente eles poderão fazer a alteração.

Esperemos que a sua não seja uma dessas empresas num cativeiro. Mas se você tem algum espaço de manobra - então pode ser criativo - experimente a idéiia de se concentrar em alguns poucos comportamentos que realmente são relevantes para os postos de trabalho e grupos de trabalho específicos. Eu disse  alguns “comportamentos”, não categorias como “levantamento ergonomicamente correto.” E sim, como “pés apontam em direção ao objeto a ser levantado ou transferido.”

Os comportamentos relacionados a movimentos musculares são muito específicos e podem ser observados como este exemplo: “Colocar os óculos de segurança em seu rosto antes de caminhar para a porta da fábrica.” Ao invés de, “É bom usar equipamento de proteção.” O comportamento verbal é extremamente importante no local de trabalho. Somos seres humanos (a maioria de nós) com a habilidade de se comunicar de forma precisa através da linguagem.

Por exemplo: “José, esta caixa é muito pesada para que eu levante sozinho, você pode me dar uma mão?” Isso é um comportamento verbal, que pode ser observado, contado e reforçado. No cartão de observação do José -  devido ao aumento no número de entorses devido ao posicionamento e ao esforço - incluiu-se este comportamento: “Peça ajuda a um colega de trabalho quando um objeto precisar ser levantao e este exceder o peso seguro.

Ao invés de somente levar os problemas para o comitê resolver, os funcionários são encorajados a acrescentarem um comportamento que os preocupa ao seu “Cartão de Observação Lean”. Esta técnica aumenta o senso de propriedade e consequentemente o senso de controle pessoal. Estes 2 sensos são precursores do empowerment (motivação).

Eles passam a usar um cartão bem curto e personalizado no seu bolso, caminham em direção ao colega de trabalho e dizem: “Ei João, você pode me observar por um minuto? Estou tentando vencer alguns maus hábitos. Na verdade, eu tenho torcido a coluna quando manuseio as cargas da área. Eu estou mantendo um gráfico pessoal de melhoria comportamental”.

Você pode dizer: “Isso não via funcionar”. Nenhum funcionário mantém um gráfico sobre o seu próprio comportamento. Eles não podem se auto gerenciar na forma que um gerente e um supervisor podem fazer. Lembre-se de que os funcionários de linha podem fazer qualquer coisa que eles achem razoável e lhes dê o controle sobre o seu trabalho. Você fornece a orientação e o apoio organizacional - oerienta-os para o processo e eles farão o tabalho.

Um dos problemas com a  Segurança Comportamental ou BBS é que se presume que a melhor forma de mudar o comportamento é fornencendo fedback positivo para um funcionário ao trabalhar seguro,  e que isto “reforçará o comportamento correto”. Bem, não está de todo errado, mas o que há de errado em permitir, preparar, defender e treinar as pessoas para usarem os checklists e para se obter o engajamento dos colegas? Perceba que se os funcionários puderem ter o controle de seu próprio comportamento, eles irão por si mesmos sentir-se encorajados à melhoria.

Vamos resumir:

  • Auto-gestão do funcionário.
  • Checklist curto para uso no bolso.
  • Funcionário pode alterar o formulário buscando relevância e impacto.
  • Funcionário mantém as suas próprias métricas.
  • Funcionário pedem ajuda ao colega para observá-lo.

Benefícios:

  • Aumenta a vida útil do processo de observação do ocmportamento existente.
  • Aumenta o nível de empowerment.
  • Aumenta o fator “cuide do outror”.
  • Diminui o estigma de ser vigiado.
  • Amostragem comportmaentla possui maior validade.

Tenho certeza de que você vai pensar em outros benefícios. Converse com os seus funcionários sobre este processo; veja o que eles pensam sobre a auto-gestão e o engajamento dos colegas nesta boa idéia.

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