Podbean Podcast Site Category :   Business   Tags :                          
Feed on
Posts
Comments

Archive for the 'Geral' Category

A Segurança Comportamental é um termo que se refere à aplicação dos conhecimentos científicos da Psicologia Comportamental nas questões de segurança do trabalho. É uma nova forma de gestão da segurança do trabalho que vem crescendo nos EUA, na Inglaterra e Austrália por apresentar ganhos significativos nos níveis de segurança da empresa.

Ela difere das abordagens psicológicas tradicionais de duas formas simples:

  • Tem como foco o comportamento de segurança observável, em vez de atitudes sobre segurança que seriam mais difíceis de serem observadas, tais como querer agir seguramente ou estar consciente das ações de segurança.
  • Coloca a ênfase no encorajamento do comportamento seguro, no lugar de punir a pessoa que agiu de forma insegura.

Não se trata de uma campanha de motivação, mas um procedimento com base científica para atuar sobre comportamentos seguros/inseguros observáveis .

Para melhor entendimento do que chamamos de comportamento inseguro ou de risco, utilizaremos o exemplo de dirigir. Podemos elencar como comportamentos de risco, entre outros:

  • Deixar de usar cinto de segurança;
  • Dirigir em alta velocidade;
  • Não realizar a manutenção preventiva de freios e rodas.

A ocorrência desses comportamentos pode resultar em acidentes com conseqüências graves para a pessoa ou para os demais. Ao evitar essas atitudes, reduzimos a probabilidade dos acidentes e aumentamos a segurança dos condutores.

Por se basear num modelo científico, a intervenção em segurança comportamental requer um planejamento detalhado e demanda um prazo de aplicação que pode variar de algumas semanas até meses, dependendo do tamanho e da complexidade da atuação, porém os resultados podem se estender muito além desse prazo, desde que certas condições (ajustadas caso a caso) tenham sido estabelecidas.

A intervenção requer o envolvimento dos gerentes e da alta direção. Mas não se caracteriza como uma abordagem de intervenção exclusivamente top down (ou seja, de cima para baixo), pois a força de trabalho deve participar ativamente, “tomando” a propriedade do processo.

Em relação ao pessoal de produção (chão de fábrica), o modelo de segurança comportamental se baseia, entre outras técnicas, no uso de observação por pares, estabelecimento de metas e feedback (usualmente apresentados em forma de gráficos, públicos e a respeito de desempenho coletivo). Ao longo do tempo vários estudos criteriosos foram conduzidos sobre cada uma dessas técnicas, de forma a prover as melhores práticas na sua implementação. Ela foca, também, o cuidado mútuo da segurança um pelo outro, de tal forma que se cria um cultura de segurança, denominada por Scott Geller de “cuidar-se ativamente”, ou seja, eu estou atento a segurança dos demais como os demais estão atentos a minha.

Considerações mais amplas sobre a participação gerencial são trabalhadas com o incremento do modelo de gestão. Ampliam-se as habilidades dos gerentes para análise e implementação de conseqüências e reconhecimento das atividades que os colaboradores fazem. Busca-se, também, clarificar as conseqüências de sua própria forma de gestão no desenvolvimento das atividades dos colaboradores, fechando-se o ciclo de influências mútuas.

Por Psic. Rommel Nogueira

Read Full Post »

Diante da incerteza, da instabilidade e da complexidade, não podemos ter uma atitude derrotista, porque aí, sim, estaremos perdidos de verdade. A atitude pessimista e desesperançada, que, muitas vezes, escolhemos, só tem uma verdadeira origem, ainda que não sejamos conscientes dela: é a ignorância profunda sobre as capacidades, os talentos e as forças que possuímos e que somente são acessíveis, quando temos a coragem de ir além da definição e da imagem que criamos sobre nós mesmos. É surpreendente o fato de que, quando dizemos que estamos simplesmente sendo realistas, o que, na verdade, estamos dizendo é que não estamos enfocando a nós mesmos nos limites da realidade, mas apenas nos limites que nossa própria mente define.

Da mesma maneira que inúmeras espécies tiveram que adaptar-se em momentos de crise, reinventando-se, estamos sendo chamados a nos reinventar. Por esse motivo, há partes que temos de deixar morrer, para que outras comecem, primeiro, a nascer e, depois, a desenvolver-se.

Em um momento de nossa história, diante da seca reinante e da desaparição das frutas e das folhas macias, nossa espécie original teve de deixar de pôr toda a sua ênfase em manter um enorme intestino, que lhe permitia digerir e absorver os vegetais, e começar a pôr muito mais ênfase em desenvolver uma parte de sua anatomia, até então pequena, que era seu cérebro. Para fazê-lo, teve de mudar sua dieta e começar a comer carne, cuja digestão precisa de um intestino mais curto. O ser humano se reinventou ao transformar-se de herbívoro em carnívoro.

Os pinguins imperadores vivem na Antártica, que é o lugar mais frio do planeta, com temperaturas que podem superar os 60 graus abaixo de zero. São aves e, portanto, o esperado é que possam voar. Parece que seu mundo natural são os céus e, no entanto, seu mundo natural é a profundidade do mar, onde mergulham para caçar os peixes que os alimentam. Em algum momento de sua história, a natureza lhes impôs umas circunstâncias extraordinariamente duras, com temperaturas tão baixas e com alimentos tão escassos, que eles tiveram que renunciar ao voo como parte de sua identidade anterior e aceitar a necessidade de desenvolver novas capacidades e de aprender outras habilidades. O resultado foi não apenas que sobreviveram a tudo, mas que também cresceram, progrediram e se multiplicaram.

Nós, os seres humanos, temos reações curiosas, porque, não raro, diante das circunstâncias que não nos agradam subjetivamente, em vez de as aceitarmos como um chamado à nossa reinvenção, tentamos ignorá-las, rechaçá-las ou, simplesmente, resignamo-nos e deixamo-nos arrastar como se deixaria levar uma vítima ao matadouro. É uma verdadeira lástima que utilizemos a potência de nosso cérebro para nos afundar, em vez de sairmos fortalecidos. Quando o que queremos é escapar da dor, evitar o sofrimento, nossa mente se posiciona em um lugar completamente diferente do que quando o que nos interessa é crescer e evoluir. Paradoxalmente, é quando focamos o segundo objetivo que nossas possibilidade de sobreviver no novo ambiente se tornam muito maiores.

Einstein disse que é na crise que aflora o melhor de cada um, porque é na crise que nascem a inventividade, as descobertas e as grandes estratégias. Também disse que a criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura, e que a única crise realmente ameaçadora é a tragédia de não querer lutar para superá-la. Por Mario Alonso Puig (cirurgião geral, membro da New York Academy of Sciences e conferencista especializado em liderança, inovação e gestão de mudanças) HSM Online 17/03/2009

Read Full Post »

A Crise Segundo Einstein

einstein.jpg

Não devemos ser crentes com tudo o que está escrito na internet. E esta mensagem tem circulado com freqüência neste meio. Assim, nós a publicamos pelo seu conteúdo atual, independente do seu autor.

“Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar “superado”.

Quem atribue à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que às soluções. A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis. Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la”.

Albert Einstein (será?)

Read Full Post »